quinta-feira, 4 de setembro de 2014

A HISTÓRIA DE JAQUAL - PARTE 4

ENCONTRANDO O AMOR
Por Suzanne Lie PhD
Em 17 de agosto de 2014



SUE FALA:

Querido Jaqual, eu não o contatei por alguns dias.

Sim, andei atarefada, mas eu também sei que você estava indo para a batalha.

Eu sempre cubro os olhos quando a “batalha” começa em filmes ou programas.

Entretanto sempre me interessei por exército, provavelmente esse interesse seja por causa das minhas lembranças inconscientes de você e de Mytre.

Dito isto, estou pronta para lhe pedir que continue a história de sua ida para a batalha.


JAQUAL FALA:

Eu falo novamente com você de dentro da Terceira Passagem Amarela de se tornar um Guerreiro Espiritual.

Eu descobri dentro de mim o campo de energia de ser um Guerreiro Espiritual.

Agora compartilharei minha experiência de servir como um Guerreiro Espiritual.

Eu parei dizendo aos treze membros sob meu novo comando como transmutar para o Corpo de Luz.

Assim que todos nós nos unimos através de nossos Corpos de Luz e através da consciência de unidade que já havíamos estabelecido, nós estávamos preparados para confrontar os Draconianos.

Havia apenas uns poucos de nós e tínhamos que ludibriar e lutar e vencer cerca de uns cem Dracs.

Entretanto, nós tínhamos duas coisas que eram impossíveis para esses Dracs guerreiros.

Nós tínhamos uma conexão multidimensional com nosso próprio Corpo de Luz e tínhamos uma profunda consciência de unidade com todos os outros.

Armados com nossas armas invisíveis, nós partimos para resgatar nosso povo.

Minha nave era muito superior às outras, então eu assumi a liderança.

Escolhemos uma rota que estava fora dos planos de voo para que chegássemos à base Draconiana por uma direção que eles não suspeitassem.

Até onde sabíamos, os Dracs pensavam que todos de nossa colônia estavam mortos e que qualquer um que voltasse ao nosso mundo não teria como determinar o que havia acontecido ou como encontrar as pessoas desaparecidas.

Nossa esperança é que eles tivessem ficado negligentes com essa ilusão.

Entretanto, negligência não era uma característica draconiana comum.

Por outro lado, eles adoravam imensamente uma comemoração eufórica pós batalha, o que os distrairia, nós esperávamos.

Nosso plano era projetar nosso povo para as nossas naves, pois eles não caberiam em uma só nave.

Mas antes tínhamos que localizar onde eles estavam no acampamento draconiano.

Decidimos usar nossa conexão telepática com o homem com quem estivemos nos comunicando telepaticamente.

Novamente ele foi de grande ajuda e nos disse exatamente onde encontrá-los.

Ele também nos disse que tínhamos que agir imediatamente, pois eles seriam embarcados no dia seguinte.

Nós tínhamos que tirar os Dracs do planeta e entrar com nossas naves.

Nós precisávamos de uma distração, que teria que ser eu.

Minha nave era um objeto que eles reconheceriam como especial e iriam me seguir para capturá-la.

Quando sobrevoei o acampamento, pude vê-los correr para suas naves.

Eles não queriam me abater, pois eles queriam aquela nova forma de nave espacial intacta.

Afinal de contas, havia muitas naves deles e somente uma minha.

Então eu os atraí para o ar, deixando somente uns poucos Dracs para vigiar os prisioneiros.

Sabendo que havia ajuda próxima, os prisioneiros começaram seus próprios planos para dominar os guardas que ficaram.

Uma habilidade que nós Antarianos tínhamos, e que nenhum Draconiano possuía, era a capacidade de mudar para a nossa forma tetradimensional superior.

Visto que essa dimensão era invisível para a percepção dos Dracs, um por um seus prisioneiros sumiram da visão dos guardas.

O ego draconiano os deixou atrapalhados.

Eles não consideravam que um bando de “escravos” feridos e abatidos poderiam realmente se transportar para uma frequência além de sua visão.

Agora que eles sabiam que poderiam ser resgatados, os prisioneiros “invisíveis” podiam facilmente manobrar seus carrascos.

Os prisioneiros invisíveis pegaram as armas dos guardas e as utilizaram contra eles.

Logo os guardas que ficaram no planeta estavam todos mortos e nós começamos a projetar nosso povo.

Infelizmente, um dos guardas pediu ajuda, e nós sabíamos que mais Dracs logo retornariam à sua base.

Nós precisávamos de outra distração, que novamente era a minha nave.

Comecei a atirar nas naves Dracs e então me retirei na esperança de que eles me seguissem.

Escolhi essa tática como uma isca para chamar a atenção deles.

Então, enquanto as nossas outras naves voltavam para o nosso planeta com nosso povo, eu poderia levar os Dracs para uma direção diferente.

Eu sabia que provavelmente eu seria morto, mas seria uma morte boa.

E, visto que eu já tinha enganado a morte, assumi que eu tinha sorte de ser capaz de ser abatido como um guerreiro protetor ao invés de uma criança ferida.

Assim que vi os Draconianos nos meus sensores eu tomei a direção oposta das naves com nosso povo.

Os Dracs não eram bobos, então alguns deles seguiram na direção de nosso planeta.

Eu fui atrás deles e consegui eliminar cerca de metade dessas naves antes de ser atingido.

Felizmente, eu tinha dado tempo suficiente para os outros chegarem no wormhole secreto que havíamos descoberto em nosso caminho para o acampamento Draconiano.

As naves se encaminharam para o acampamento pensando que eles sempre poderiam voltar ao nosso planeta.

Eu sabia que isso era verdade, então eu tinha que destruir todos.

Minha luta foi muito corajosa, mas no final eu fui abatido e levado como prisioneiro.

Eu tinha acionado a autodestruição da minha nave, então, aqueles que restaram para tomar minha nave iriam explodir junto com ela.

Infelizmente, eu fui tirado da nave, então eu não podia perecer com ela.

Não discutirei o que ocorreu comigo enquanto prisioneiro deles, mas você pode muito bem imaginar que NÃO foi agradável.

Como eu não proporcionava qualquer informação, eles decidiram colocar um implante no meu cérebro para que pudessem sempre me rastrear.

Pior ainda, o implante bloqueou minha capacidade de voltar para as minhas frequências mais altas do eu.

Então eles me deixaram numa cela na esperança de que alguém tentaria me resgatar, então poderia ser capturado também.

Claro, esse alguém era o meu caríssimo amigo Comandante Malteese.

Com o implante no meu cérebro, eu não podia me comunicar através da telepatia pentadimensional, então não pude avisá-lo que meu aprisionamento era uma armadilha.

Entretanto, ele podia me rastrear.

Eu não sei por quanto tempo fui um prisioneiro, mas foi tempo suficiente para meus amigos voltarem por mim após nosso povo ter retornado ao planeta.

Enquanto no nosso planeta, Malteese encontrou a especificação da nave nova exatamente onde eu lhe dissera que estaria.

A partir da informação, os Antarianos foram capazes de colocar um dispositivo de camuflagem na nave do Comandante Malteese.

Para grande surpresa minha CM, como todos nós o chamávamos, conseguiu me projetar de minha cela.

Uma vez na nave dele eu o avisei do meu implante.

Ele não ficou surpreso, mas muito triste por não poder me levar para casa.

Entretanto, ele combatera os Dracs por décadas e estava preparado para a probabilidade de meu implante.

Antes de virmos resgatá-lo, disse CM, nós encontramos um planeta distante e criamos um domo pentadimensional que os Dracs não podem penetrar.

Nós deixamos uma nave lá para que você não fique preso naquele planeta.

Nós sabemos que até com seu rastreador interior você pode ludibriar e lutar e vencer os Dracs.

Com um lugar seguro para se esconder você pode manter a luta enquanto nós relocamos nossa comunidade para um novo local.

Assim que isto estiver concluído, nós encontraremos um meio de remover ou desabilitar seu implante e voltaremos para levá-lo para casa.

Até lá você estará seguro.

Em silêncio voamos para o planeta, que era fora tanto do território draconiano como do antariano.

CM pousou fora do domo pentadimensional e me conduziu por uma passagem para eu entrar na minha zona secura.

Senti-me cego e aleijado por não poder diferenciar o domo pentadimensional dos arredores enquanto limitado às minhas percepções 3D.

Uma vez dentro do domo CM disse:

Nosso povo está eternamente grato pelo seu sacrifício, e nós NÃO o decepcionaremos.

Nós ENCONTRAREMOS um modo de ajudá-lo e voltaremos para levá-lo para casa.

Com estas últimas palavras, meu querido amigo disse:

Até logo por enquanto, enquanto me abraçava, voltou para sua nave e decolou.

Eu estava sozinho.

Até onde eu sabia não havia mais ninguém no planeta, mas eu estava seguro e tinha o resto de minha vida para me curar.


(Sue) Agora volto à parte da história de Jaqual que recebi em 2007.

Eu continuei a lutar por muitas décadas, mas sem qualquer paixão.

Eu lutava bravamente sem medo de morrer, mas era como se eu estava protegido e nada poderia me matar.

Até me tornei imprudente, o que simplesmente destruiu minha nave e me prendeu por muitos anos num planeta isolado.

Foi durante esses anos em que eu estava completamente sozinho naquele planeta deserto que comecei minha ascensão.

Eu tinha que comer de maneira simples, pois havia somente umas poucas raízes e plantas que eram comestíveis.

Entretanto havia água suficiente e muitas fontes termais em que eu passava horas refletindo sobre a minha vida.

Havia bastante vida animal que eu poderia comer, mas eu estava tão cansado de matar que eu preferi passar forme a matar outra coisa vivente.

Felizmente a vida vegetal que eu encontrei era suficiente, apenas, para a minha saúde.

Entretanto, isso me deixou com pouca vitalidade e eu passava a maioria dos meus dias em contemplação ou caminhadas exploratórias casuais.

Visto que eu também viajara mais do que qualquer pessoa necessitava, eu me mantinha perto do meu local do acidente e também do conforto relativo de minha nave.

O dispositivo de comunicação estava danificado praticamente além de reparo.

Infelizmente, com meu implante eu era incapaz de expandir minha consciência para a quinta dimensão e me comunicar através da telepatia.

Por outro lado, eu consegui reparar o rádio o suficiente para enviar mensagens de SOS.

Infelizmente, o alcance desta mensagem era muito pequeno e poderia ser ouvido pelo inimigo e também pelas minhas próprias tropas.

Então eu não o usava frequentemente.

Na verdade, eu somente o usava quando meus instintos me diziam que não havia naves inimigas no alcance.

Sim, eu perdi minha capacidade de comunicação via telepatia, mas viver tão próximo do solo aprimorou minhas “comunicações animais”, para que meus instintos estivessem em um estado muito elevado.

As longas horas de contemplação e vivendo como UM com a natureza continuamente me despertava para a voz interior que ficara escondida por trás do meu constante choro de culpa e tormento por que eu não tinha salvado minha comunidade.

Essa voz calma e amorosamente me lembrava e relembrava de que eu era apenas uma criança quando os Dracs chegaram à nossa cidade e não havia nada que eu poderia ter feito para salvá-los.

Na verdade, a voz me recordava de que se eu não “fingisse estar morto” não haveria ninguém vivo para resgatar os sobreviventes de uma vida de escravidão longa e horrível.

Mas eu ainda vivia em remorso e culpa sobre a morte de minha mãe.

NÃO, a voz me recordava.

Sua mãe ficou feliz por partir e retornar às dimensões superiores para estar com o seu pai.

Na verdade, ela logo o faria porque você já tinha idade para ser deixado com as famílias da cidade.

Contudo, ainda levou anos deste diálogo interior até eu poder aceitar o que essa voz interior estava me dizendo.

Saber que minha mãe estava planejando me deixar porque sentia falta de sua vida dimensionalmente superior era útil.

Lentamente minha dor enfraqueceu e eu comecei a experimentar a liberdade do constante fardo da culpa e autorremorso.

Finalmente eu comecei a me conscientizar de que minha vida tinha sido boa.

Eu havia mais do que cumprido minha obrigação como um guerreiro para proteger as colônias da destruição draconiana e tinha sido um bom líder e um amigo leal.

No final, comecei a sonhar que estava caminhando por um longo corredor.

Claro, eu sabia que esses sonhos representavam minha entrada no Templo da Recordação, mas por mais que tentasse, eu nunca conseguia chegar à porta.

Em todos os sonhos, eu via a passagem no final do corredor zombando de mim para eu abrir a porta.

Mas quando eu tentava caminhar para a porta, meus pés não se moviam.

Então eu soube que não poderia fazer essa jornada em meu estado de sonho.

Eu precisaria encarar quaisquer barreiras autoconstruídas fossem deixadas antes que eu pudesse prosseguir.

Já que somente levava umas poucas horas diárias para colher meu alimento e manter minha sobrevivência, eu tinha muito tempo para pesquisar dentro de mim.

Em outra época de minha vida eu teria explorado o planeta inteiro, que acabou sendo realmente um asteroide.

Entretanto, desta vez em minha vida, eu queria apenas ver dentro do meu eu – finalmente!!

Foi quando comecei a ter sonhos, meditações e reflexões, e tudo tinha um tema semelhante.

Eu estava sendo orientado de volta à toda escuridão e medo de minha longa vida.

Lembranças depois de lembranças de minhas experiências de tristeza, raiva e medo foram lentamente curadas com a luz em expansão da compreensão, perdão, aceitação e amor pelo meu eu.

Surpreendentemente, comecei a viver num estado de gratidão pela paz e alegria única de finalmente curar uma longa vida de dor.

Onda após onda de dor foi liberada.

Quando eu me perdoei, minha antiga dor foi substituída por gratidão de ter o tempo e o espaço para fazer esta jornada interior e também a sabedoria para escolher fazê-la.

Pouco a pouco, o medo foi substituído por amor, a raiva foi substituída pela gratidão, e a tristeza foi substituída pela alegria.

Eu levava uma vida bastante simples.

Minha paz interior fazia a noite fria ficar quente e os dias quentes ficarem frescos.

A comida simples passou a ser deliciosa, a nave arruinada tornou-se meu lar amoroso, minhas caminhadas tornaram-se meditações em movimento e as lagoas quentes se tornaram nirvana.

Quando minha mente se curou, as muitas contusões, cortes e ferimentos menores do meu acidente também se curaram.

Minha mente ficou clara e isenta de negatividade, meu corpo tornou-se forte e saudável e meu coração se abriu totalmente para as alegrias simples da vida cotidiana.

Quando a voz interior me disse que era hora de ligar o farol SOS, eu praticamente me recusei a fazê-lo.

Não, a voz repetiu.

Você precisa confiar em mim e seguir meu conselho.

Ao continuar resistindo, eu percebi que esta era uma iniciação final para ver se eu podia confiar no meu eu interior.

Tal como tive que aceitar que não estava “louco” por conversar comigo mesmo, eu tive que aceitar que minha voz interior estava uma oitava mais alta do EU Multidimensional que eu acreditava que o implante tomara de mim.

A persistência da minha voz interior finalmente me levou a acender o farol.

Para minha surpresa, eu descobri não uma nave me resgatando, mas outra nave que estava necessitando de resgate.

Imediatamente liguei minhas comunicações para que eu pudesse direcionar a nave avariada para a minha localização.

Não, eu pensei.

Agora meu refúgio maravilhoso será destruído.

Pouco eu sabia de como estava errado.

Passaram-se muitos ciclos até que Servania pousasse sua nave danificada no meu lar silvestre.

Porque eu finalmente ouvi à minha orientação interna e liguei minhas comunicações, eu fui capaz de passar a ela as coordenadas de minha localização.

As coordenadas não faziam parte da minha mensagem de SOS por medo que os Dracs a recebessem.

Eu tive de caminhar um dia inteiro para encontrar a localização dela, mas ela não estava tão danificada.

Com minha força e energia renovadas, eu consegui facilmente levá-la para meu acampamento.

Ela também era uma Antariana e podia me dar notícias de nosso lar.

Não era possível até eu começar a sentir saudade.

Entretanto, minha saudade acabou rapidamente quando comecei a me apaixonar por Servania.

Sim, eu, Jaqual, me apaixonei.

Foi o amor de Selvania que me mostrou como caminhar pelos corredores, pois ela os trilhou junto comigo.

***

Esta é a última mensagem do “passado” que posso encontrar do Jaqual, mas eu sei que há mais que receberei no meu AGORA.

Por cruzar a Quarta Passagem Verde, Jaqual lembro-se de como ele encontrou o amor.

E também, por seguir a história de Jaqual estar preso no planeta, eu percebi por que me levou tanto tempo para me lembrar de suas mensagens.

Sinto que todos nós estamos nessa mesma jornada interior, tal como Jaqual.

É importante que tiremos “tempo” para estar com a terra de Gaia, comer simplesmente, meditar todos os dias e encontrar nossas próprias alegrias de estarmos vivos.

Nós podemos ficar tão envolvidos nas “batalhas” da vida 3D que nos esquecemos de que somos muito mais do que nosso vaso terreno e do que “fazemos” em nosso mundo físico.

Descobrir quem nós verdadeiramente SOMOS é vital neste ponto de nossa ascensão pessoal e planetária.

Todos nós perdemos nossa capacidade de retornar às expressões superiores de nosso EU Multidimensional quando nascemos em nosso corpo físico.

Assim, nós também precisamos focalizar em nossa própria voz interior e na voz de nosso planeta para recuperar nossas capacidades inatas que nos foram tomadas por uma sociedade largamente liderada pelos Draconianos disfarçados em humanos.

A história de Jaqual veio ao meu conhecimento neste AGORA para nos lembrar de que todos NÓS somos os mestres de nosso destino.

Então, todos nós podemos encontrar o amor pela vida por interiorizar para curar nossa dor e recuperar o nosso amor.




Tradução: Blog SINTESE http://blogsintese.blogspot.com

Um comentário:


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